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PECUÁRIA DE CORTE

Megaleilão deve comercializar mais de 30 mil animais e movimentar R$ 40 milhões

Da Redação - Rodrigo Maciel Meloni

18 Abr 2013 - 08:59

Foto: Reprodução - Ilustração

Megaleilão deve comercializar mais de 30 mil animais e movimentar R$ 40 milhões
Neste sábado (20) o interior de Mato Grosso sedia um dos maiores leilões de gado de corte do mundo. O Megaleilão 10013 da Estância Bahia contabilizou mais de 30 mil animais no recinto até esta quarta-feira (17). Além de arrecadar milhões, os megaleilões criaM novas frentes de trabalho e incrementam a economia local. Estima-se que esses eventos gerem 200 empregos diretos, e 1 mil vagas temporárias são abertas nos 30 dias que o antecede, além de envolver a movimentação de recursos de R$ 40 milhões, que acabam por beneficiar setores como o de prestação de serviços.

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A empresa começa a comercializa-los às 12 horas, na cidade de Água Boa, município a 728 quilômetros de Cuiabá. "Estamos projetando a comercialização em torno de 33 mil animais bois de cria, recria e engorda, volume que mesmo assim continua grandioso e sem igual", explica Maurício Tonhá, fundador do Grupo Estância Bahia e idealizador do megaleilão.

O Megaleilão da Estância Bahia completa 13 anos atingindo a marca de 500 mil bovinos comercializados. De cavalos e ovinos a muares e bovinos, o know-how da Estância Bahia já conta com 2 milhões animais ofertados. "Só no ano passado, foram 139 remates e 300 mil animais vendidos", revela Tonhá.

De acordo com a assessoria da empresa, o evento conta com 48 vendedores - donos de fazendas em MT. O maior vendedor participará com 4.600 animais e há um grande volume de pequeno e médios pecuaristas que aproveitam a estrutura e repercussão para conseguir um pouco mais por seus animais. "Vale lembrar que o critério é igual para todos. Antes de entrar no recinto, fazemos uma inspeção prévia nas fazendas para averiguar se são animais de boa genética e produtividade", ressalta Tonhá.

No dia 18 de maio, o circuito retorna para Mato Grosso, só que dessa vez em Cuiabá, onde estão grandes confinadores do Estado. São clientes tradicionais, que aguardam o evento para fazer reposição do rebanho.

Infraestrutura

Para alojar tantos animais, a Estância Bahia conta com um área de 600 hectares, divididos entre piquetes e currais que são interligados por um corredor onde o gado de amostragem entra no tattersal do leilão. "Não conhecemos outra estrutura parecida. É uma forma prática de organizar a entrada e saída dos animais, além de dinamizar o tempo do leilão. No ano passado, por exemplo, ultrapassamos nossa capacidade física, abrigando as 40.941 cabeças que foram vendidas nesse leilão", explica Tonhá.

Para organizar e buscar novas oportunidades de negócios, além da sede em Água Boa (MT) e da filial em Cuiabá (MT), a empresa conta com escritórios regionais em Confreza (MT), Rondonópolis (MT), Sinop (MT) e recentemente fincou bandeira em Goiânia (GO) e Campo Grande (MS).

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