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Segunda-feira, 10 de agosto de 2020

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ANTT aprova Plano de Outorga para construção da Ferrogrão

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

09 Jul 2020 - 15:25

Foto: Reprodução

ANTT aprova Plano de Outorga para construção da Ferrogrão
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou o Plano de Outorga, acompanhado dos estudos técnicos, das minutas de edital e de contrato, que visam a concessão para a construção da ‘Ferrogrão’, projeto de ferrovia que irá ligar a cidade de Sinop (500 km de Cuiabá) ao porto de Miritituba, no Pará.
 
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De acordo com a ANTT encaminhou, os documentos foram encaminhados para análise do Ministério da Infraestrutura (Minfra).
 
No mês de fevereiro deste ano, quando o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), acompanhado do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, vieram a Mato Grosso para inaugurar a pavimentação de um trecho da Rodovia BR-163, o governador Mauro Mendes (DEM) cobrou um desfecho para a Ferogrão do Governo Federal.
 
A EF-170, também chamada de Ferrogrão, foi qualificada no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) na 1ª Reunião do Conselho do PPI, por meio da Resolução nº 2, de 13/09/2016, convertida no Decreto 8.916, de 25/11/2016.
 
O projeto visa consolidar o novo corredor ferroviário de exportação do Brasil pelo Arco Norte. A ferrovia conta com uma extensão de 933 km, conectando a região produtora de grãos do Centro-Oeste ao Estado do Pará, desembocando no Porto de Miritituba. Estão previstos, também, o ramal de Santarenzinho, entre Itaituba e Santarenzinho, no município de Rurópolis/PA, com 32 km, e o ramal de Itapacurá, com 11 km.
 
Existe a previsão de estender a ferrovia entre Sinop e Lucas do Rio Verde, com 177 km de extensão e investimentos sujeitos ao reequilíbrio do contrato de concessão.
 
Quando finalizada, a Ferrogrão terá alta capacidade de transporte e competitividade no escoamento da produção pelo Arco Norte, papel esse que, hoje, é desempenhado pela rodovia BR-163. O corredor a ser consolidado pela EF-170 e a rodovia BR-163 consolidará uma nova rota para a exportação da soja e do milho no Brasil. O empreendimento aliviará as condições de tráfego nessa rodovia, com o objetivo de diminuir o fluxo de caminhões pesados e os custos com a conservação e a manutenção.
 
O projeto faz frente à expansão da fronteira agrícola brasileira e à demanda por uma infraestrutura integrada de transportes de carga.
 
O trecho cumprirá um papel estruturante para o escoamento da produção de milho, soja e farelo de soja do Estado do Mato Grosso, prevendo-se ainda o transporte de óleo de soja, fertilizantes, açúcar, etanol e derivados do petróleo.
 
Hoje, mais de 70% da safra matro-grossense é escoada pelos portos de Santos/SP e de Paranaguá/PR, a mais de dois mil quilômetros da origem. Esse cenário mostra a relevância do projeto dentro do sistema logístico de cargas do País, sendo um diferencial para a sua atratividade junto a potenciais investidores.
 
 

4 comentários

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  • jose braz
    10 Jul 2020 às 09:06

    parabens ao governo do e pliticos de Mt que lutaram por isso e ao nosso bravo e HEROI NACIONAL JAIR MESSIAS BOLSONARO...

  • Rubens Tadeu Reynaud
    10 Jul 2020 às 06:55

    Vai ficar pronta está ferrovia no ano de 2100. Estaremos todos mortos.

  • Moacir
    09 Jul 2020 às 19:50

    Mas duvido que a rota do oeste vai deixar construir está ferrovia. Outra coisa cadê a continuidade das obras da BR 163 na chegada a Cuiabá? Já tem quase um ano que tá tudo parado, as ferragens dos viadutos enferrujado tudo, vai comprometer toda a estrutura e nem ninguém, nem um político podre daqui é capaz de fazer alguma coisa. Só trastorno para quem mora próximo. Vergonha mil vezes vergonha apesar de que político não sabe o que é nem nasceu com ela.

  • Álvaro
    09 Jul 2020 às 16:13

    Será que vai haver investimentos para viabilizar a Ferrogrão e Ferronorte , num mesmo período ! Temos que defender qual é a prioridade do Estado ! Pois com certeza o Estado vai ter que subsidiará estas obras com incentivos fiscais para os empreendedores.

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