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Quarta-feira, 12 de junho de 2024

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Na ponta do lápis

Milho de MT teria preço ao menos 60% mais alto se problemas logísticos fossem resolvidos

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Carlos Fávaro, afirma que essa conta por ser ainda maior. “Se tivéssemos condições logísticas e não gastássemos tanto com frete, o milho estaria de 60% a 100% mais caro”, estima.

14 Ago 2013 - 14:54

Especial para o Agro Olhar - Thalita Araújo

Foto: Aprosoja

Carlos Fávaro, presidente da Aprosoja

Carlos Fávaro, presidente da Aprosoja

Não fossem os grandes problemas logísticos que assolam Mato Grosso e o restante do país, o milho produzido por aqui estaria com preço ao menos 60% mais alto que o que está sendo praticado.


Fávaro acredita que intervenções do governo irão equilibrar situação do milho no Estado

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Carlos Fávaro, afirma que essa conta por ser ainda maior. “Se tivéssemos condições logísticas e não gastássemos tanto com frete, o milho estaria de 60% a 100% mais caro”, estima.

O cereal tem registrado constantes quedas de preço desde o início do ano, chegando a índices inferiores ao preço mínimo, o que resultou em intervenções do governo com a realização de leilões.

Colheita do milho chega a 91% durante esta semana em Mato Grosso

Mato Grosso produziu quase 16 milhões de toneladas de milho na última safra e, no atual ciclo, que está em fase final de colheita, a estimativa é de aproximadamente 18,7 milhões de toneladas do cereal.

“Para resolver esse problema do milho, nós temos duas opções: ou caminhamos para trás deixando de investir em lavouras e tecnologia, plantando áreas menores, o que é um retrocesso, ou o governo investe em infraestrutura logística que nos permita escoar com eficiência a produção”, alerta Carlos Fávaro.
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