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Sábado, 14 de dezembro de 2019

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Candidato à presidência da FIEMT quer que instituição seja parceira na busca de soluções para o setor

Da Redação - Vinicius Mendes

19 Jun 2018 - 10:29

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Candidato à presidência da FIEMT quer que instituição seja parceira na busca de soluções para o setor
Candidato à presidência da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT), o empresário Kennedy Sales, apresentou as propostas defendidas pela chapa “FIEMT Renovada e Independente” ao segmento de construção pesada.
 
O encontro foi realizado nesta segunda-feira (18), na sede do sindicato do setor. Entre outras coisas, ele defendeu a necessidade da FIEMT estar mais presente na cobrança das demandas do segmento, classificado por Sales como um dos mais importantes para Mato Grosso.
 
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Um dos problemas enfrentados pelas empresas da construção pesada e que precisam ser atacados é a necessidade que os recursos arrecadados por meio do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sejam integralmente usados em infraestrutura e não no custeio do Estado.

Sales reconheceu que a direção do Sindicato da Indústria da Construção Pesada (Sincop) tem se empenhado em fazer tal cobrança, mas que a FIEMT pode fortalecer esta luta.
 
“Precisamos estar juntos, queremos estar juntos e vamos ajudar nas cobranças. Comprometo-me em fazer este trabalho com vocês. Podemos, por exemplo, atuar no conselho gestor do fundo e fazer com que este dinheiro seja investido no setor”, destacou Sales.
 
No posto de candidato à presidência, Kennedy salientou o momento histórico pelo qual passa a FIEMT, que pela primeira vez terá duas chapadas disputando a presidência da entidade, eleição esta que ocorre em 3 de agosto. Como alguém capaz de conduzir os destinos da entidade e fortalecer os setores econômicos do Estado, o empresário lembrou sua atuação à frente da Associação do Distrito Industrial de Cuiabá.
 
“A federação, nos últimos 40 anos, nunca debateu sua situação e os problemas hoje são enormes. Vejo que há muita coisa a ser feita”, ressaltou ao explicar que na condição de presidente da Associação do Distrito Industrial por quatro anos, a entidade passou de 30 para 85 empresas filiadas.
 
A capacidade em cobrar do Poder Público as demandas comuns e específicas de cada setor foram demonstradas por Kennedy por meio dos resultados alcançados no Distrito Industrial da Capital.
 
“Quando iniciei o trabalho vi que os problemas são muitos, passam pelos incentivos fiscais, pela infraestrutura, e também em relação à carga tributária. Depois de ouvir estas demandas me empenhei pessoalmente em buscar soluções e neste período o distrito mudou muito. Hoje há bom asfalto, vias com sinalização horizontal e vertical, iluminação, e, mais recentemente, uma unidade do Corpo de Bombeiros”.
 
Para o presidente do Sincop, José Alexandre Schutze, anfitrião do encontro, é salutar a existência de duas chapas disputando o comando da FIEMT.
 
“Achei muito bom que tenha concorrência na FIEMT assim como há em todos os lugares. Isso só aumenta o nível de discussão dos problemas”, pontuou.

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