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Desmatamento em Mato Grosso sobe 218%; estado lidera com 37% entre os da Amazônia Legal

Da Redação - Viviane Petroli

23 Jun 2015 - 10:20

Foto: Reprodução/Internet

Desmatamento em Mato Grosso sobe 218%; estado lidera com 37% entre os da Amazônia Legal
Entre agosto de 2014 e maio de 2015 Mato Grosso desmatou 218% a mais que em igual período entre 2013 e 2014. Mato Grosso na ocasião foi responsável por 37% do desmate realizado entre ranking entre os Estados da Amazônia Legal. As informações são do Boletim do Desmatamento da Amazônia Legal, referente a maio de 2015, elaborado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Entre agosto de 2014 e maio de 2015, segundo o Imazon, Mato Grosso desmatou 837 quilômetros quadrados, enquanto no período de agosto de 2013 a maio de 2014 haviam sido 263 quilômetros quadrados.

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De acordo com o boletim do Imazon, o salto no período somando os oito Estados da Amazônia Legal foi de 846 quilômetros quadrados para 2.286 quilômetros quadrados, ou seja, alta de 170%. Os oito estados são Mato Grosso, Pará, Rondônia, Amazonas, Roraima, Acre, Tocantins e Amapá.

Conforme o Imazon, nos dez meses analisados o Pará foi responsável por 24% das áreas aberta, seguida de Rondônia com 20%.

Maio

Em maio Mato Grosso e o Amazonas foram responsáveis por 27%, cada, do desmatamento da Amazônia Legal. O Pará 23% e Rondônia 21%.

Confira aqui o Boletim do Desmatamento da Amazônia Legal do Imazon.

8 comentários

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  • lilian marins
    26 Jun 2015 às 06:01

    Contra números não há argumentos, infelizmente a sema conseguiu piorar a gestão em relação ao governo passado. os processos estão parados, não há vistorias, o sistema de licenciamento lento, pesado, o sicar não funciona, só propaganda, enfim, só quem deve estar satisfeito deve ser o governador, porque não toma providências e acha que por ser promotora e promover caça as bruxas e aos corruptos vai estar tudo resolvido. ledo engano, do jeito que está, o estado vai ficar estrangulado, ninguém suporta tanta incompetencia.

  • Marcus Vinicius
    24 Jun 2015 às 13:20

    A SEMA esta em falência múltipla, isso porque as nomeações do governador esta longe da realidade do nosso estado, colocou uma Promotora de Justiça para gerir o Meio Ambiente, colocou um guri Major da policia Militar para comandar a fiscalização, não tem Agentes a altura, na verdade nem manipular um GPS sabem, o Estado esta transformando em áreas desertas, mananciais sendo detonado, tudo para dar lugar a agronegócios e pecuária. Estamos no mato sem cachorro gente, este é o estado de transformação.

  • HELENA PETROV VILLAR
    23 Jun 2015 às 20:26

    CONTRA NÚMEROS NÃO HÁ ARGUMENTOS...ENQUANTO A SECRETÁRIA DA SEMA VIAJA PELO MUNDO TENTANDO VENDER UM PRODUTO QUE NÃO EXISTE, O ESTADO DE MATO GROSSO CONTINUA SEM RUMO NA GESTÃO AMBIENTAL, ATRAPALHANDO A IMAGEM DO ATUAL GOVERNO, COLOCANDO A PECHA DE INCOMPETENTE E DESCOMPROMETIDO COM O MEIO AMBIENTE. ESSES DADOS NÃO MENTEM!!!!!!!!!!

  • lucas todoschini
    23 Jun 2015 às 20:23

    vou traduzir a linguagem rebuscada e a prolixidade do romildo: a atual gestão da sema está sendo incompetente, inerte e comprometendo seriamente a reputação do atual governo que se dizia de transformação.

  • arley
    23 Jun 2015 às 20:15

    O Blairo Maggi ganhou a motosserra de ouro e o pedro taques vai ganhar o quê !!!???

  • ROMILDO GONÇALVES
    23 Jun 2015 às 13:40

    Ao pontuar a política ambiental mato-grossense mira-se a importância dos recursos em tela, e a necessidade de um olhar dendrológico mais acurada das instituições gestoras da política ambiental do estado. Mato grosso é na sua essência um estado agrícola, com domínio nacional na produção primária de grãos, pecuária, extrativismo vegetal, mineral... Ao mesmo tempo é um estado rural demograficamente falando. Dos 141 municípios que compõem o território mato-grossense, apenas 4 comportam população humana acima de 100 mil habitantes. 36 enfaixam menos de 5 mil, com o restantes flutuando entre 5 e 100 mil habitantes humanos. A priori para gestar políticas públicas dos e na área ambiental é preciso naturalmente estar à frente tempo ambientalmente falando. Vez que a modernidade do século 21, aliada a visão da sociedade mato-grossense assim o exige. Ademais, engrenar visão holística ao uso e manejo dos recursos bióticos e bióticos que compões o tripé desenvolvimento-produção-preservação, é o x da questão. Um pequeno ponto fora da curva nessa seara poderá causar uma derrapagem de grande monta desgastando o governo, aliado a prejuízos ambientais, econômicos e sociais a toda sociedade. Extirpar a incompetência gerencial da vida pública mato-grossense ocorrida na última década no estado foi e continua sendo objetivo maior do governo a partir de 2015. No entanto até o momento, evoluiu? Estagnou? Nesse particular vale o ditado chinês “não esqueça que as palavras, coxo e cocho, apresentam a mesma fonética, porém, com significados completamente diferentes”.

  • CILLMAR
    23 Jun 2015 às 12:04

    Votei no pedro Taques , não me arrependo, mas em relação ao Meio Ambiente esta deixando muito a desejar , a fiscalização nos rios e barreiras é praticamente zero ...

  • JOVAINE
    23 Jun 2015 às 11:32

    E o juizado do meio ambiente em MT está preocupado com brigas de galo! Será que enfrentar o desmatamento e queimadas contraria interesse de alguém importante, ou mesmo, um conjunto de pessoas importantes????

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