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Terça-feira, 22 de outubro de 2019

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Pesquisa do IBGE mostra que taxa de desocupação cresceu 31% em Mato Grosso

Apesar de a quantidade de desocupados ter aumentado, a PNAD Contínua também captou que houve aumento no número de pessoas com 14 anos ou mais, aptas à força bruta do trabalho, laborando com carteira assinada.

De Sinop - Alexandre Alves

07 Mai 2015 - 10:40

Foto: Imagem ilustrativa

Pesquisa do IBGE mostra que taxa de desocupação cresceu 31% em Mato Grosso
A taxa de desocupação em Mato Grosso foi estimada em 5.9% no 1º trimestre de 2015, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados nesta quinta-feira de manhã, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Houve aumento de 31.1% em relação à taxa calculada entre janeiro e março de 2014 – que fora de 4.4%.

O levantamento leva em conta as pessoas com 14 anos ou mais, aptas à força do trabalho. No 1º trimestre de 2014, o contingente desocupado no Estado com a idade pesquisada foi de 71 mil pessoas. Já na pesquisa publicada hoje, o montante subiu para 93 mil – mesma quantidade constatada no 1º trimestre de 2013.

Ainda que o número de desempregados tenha aumentado entre os períodos pesquisados, a taxa de Mato Grosso está abaixo da média nacional (7.9%) e figura como a menor da região Centro-Oeste. Em Mato Grosso do Sul, o índice é de 6.1%; em Goiás, 7%; e no Distrito Federal, 10%. Em âmbito nacional, a taxa mato-grossense é a quinta menor, perdendo apenas para Santa Catarina (3.9%), Rondônia (4.4%), Paraná (5.3%) e Rio Grande do Sul (5.6%).

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Apesar de a quantidade de desocupados ter aumentado, a PNAD Contínua também captou que houve aumento no número de pessoas com 14 anos ou mais, aptas à força bruta do trabalho, laborando com carteira assinada. No 1º trimestre de 2015, o volume foi de 620 mil pessoas, incremento de 4.9% frente aos 591 mil registrados entre janeiro de março de 2014.

O aumento das duas taxas – de desocupados e daqueles com carteira assinada – em Mato Grosso ocorreu devido ao crescimento da população acima dos 14 anos, aptas ao trabalho. No atual período analisado, a pesquisa apontou 1.648 milhão de pessoas, frente a 1.619 mi contabilizados no ciclo anterior.
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