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Quarta-feira, 12 de junho de 2024

Notícias | Logística

BR-163

Excedente da produção de MT sairá pelos portos no norte, projeta Pró-Logística

O coordenador do movimento, Edeon Vaz, destaca as obras da BR 163, na ligação entre Mato Grosso e Pará, como um dos projetos mais importantes. Ainda falta entre 170 e 180 quilômetros para a rodovia alcançar o porto de Miritituba (PA), obra que deverá ser concluída em 2014.

Foto: Agro Olhar

Edeon projeta que 75 mil carretas circularão para o norte

Edeon projeta que 75 mil carretas circularão para o norte

O excedente da produção de grãos de Mato grosso nos próximos anos já será escoado pelos portos localizados nos rios da região Norte do país. A projeção é feita pelo Movimento Pró-Logística, que aguarda a conclusão de quatro grandes empreendimentos logísticos que servirão para desafogar o tráfego de carretas que atualmente se desloca até os portos da região Sul e Sudeste.


O coordenador do movimento, Edeon Vaz, destaca as obras da BR 163, na ligação entre Mato Grosso e Pará, como um dos projetos mais importantes. Ainda falta entre 170 e 180 quilômetros para a rodovia alcançar o porto de Miritituba (PA), obra que deverá ser concluída em 2014.

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“Estamos garantindo com o Dnit a trafegabilidade deste trecho, porque neste ano será inaugurado o terminal de Miritituba da Bunge. Para o próximo ano já vai estar operando uma ETC (Estação de Transbordo de Cargas). Ela vai receber carga dos caminhões, colocar em barcaças, descer o Rio Tapajós e alimentar navios em Vila do Conde, no Pará, um porto marítimo com capacidade para cinco milhões de toneladas”, explica Vaz.

Segundo o coordenador do movimento, como a Cargil já tem instalação em Santarém, a expectativa do setor produtivo é de que, na próxima safra, já serão transportados pela BR 163 três milhões de toneladas, o que representa 75 mil carretas a menos circulando pelas estradas em direção ao litoral sul e sudeste.

Edeon Vaz acredita que, com o crescimento da produção de grãos em Mato Grosso, a BR 163 vai ser capaz de escoar todo o excedente.

“Como Mato Grosso vai crescer, o crescimento vai ser escoado pelo norte. Teremos 700 mil toneladas subindo para Porto Velho, através de terminais da Cargil e da Bunge. Serão três milhões de toneladas subindo pela BR 163 e mais um milhão subindo pela BR 158 pelo terminal de Palmeirante, no Tocantins”, esclarece.
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